UPAs
reduzem movimento em emergências de hospitais
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas têm reduzido o
movimento nas emergências dos hospitais e contribuído para o melhor
funcionamento de toda a rede de saúde no Estado.
Até agora, são mais de 660 mil atendimentos e, deste total, pouco
mais de 2.100, ou seja, 0,31% foi removido para hospitais de emergência.
Também foram realizados cerca 85 mil raios X, 290 exames laboratoriais
e distribuídos mais de três milhões de medicamentos nas 11 unidades
construídas até o momento.
Moradores do Complexo da Maré, Irajá, Santa Cruz, Bangu, Campo Grande,
Belford Roxo, Tijuca, Duque de Caxias, Ricardo de Albuquerque, Botafogo
e Cabuçu (Nova Iguaçu) já podem contar com clínica médica, consultório
de pediatria, odontologia e ortopedia, laboratório para a realização
de exames, salas de raios X, engessamento, suturação, medicação,
nebulização, leitos de observação para adultos e crianças e serviço
social. Os casos mais graves são transferidos para um hospital em
ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) 192.
Em média, 30 profissionais trabalham em cada UPA. São 25 salas e
15 leitos com ar-condicionado (área total de 900 m2). Os superpostos
são formados por cerca de 60 módulos habitacionais acoplados - fornecidos
e montados pela empresa NHJ do Brasil.
Muito utilizados na Europa, os módulos habitacionais são compostos
por painéis de alta tecnologia que só a NHJ distribui no Brasil
com esse padrão de qualidade e sofisticação. Entre as vantagens
do produto estão a rapidez da montagem e o grande conforto, por
não se tratar de container do tipo marítimo e, sim, de módulos habitacionais
em aço especial.
O serviço pré-hospitalar específico para pequenas e médias urgências
e emergências funciona todos os dias em horário integral, baseado
na Política Nacional de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde.
01/10/2008 – Conteúdo e Comunicação
Fonte de pesquisa: site prefeitura Nova Iguaçu, jornal O Dia.
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